Seguindo o exemplo da Marvel agora é a vez da Capcom investir com tudo no mercado cinematográfico.
A notícia foi dada pelo próprio presidente da Capcom, Haruhiro Tsujimoto, à Bloomberg: “Estamos no processo de fechar contratos por diversas ofertas que recebemos no Festival de Cannes na semana passada, e esperamos fazer um anúncio em breve. Se concretizados, os projetos terão um grande impacto nas indústrias dos games e do cinema”.
Apesar dos filmes baseados em games não terem grande sucesso de crítica nem de público, torço para que a Capcom faça como a Marvel e exprima qualidade também à telona.
Mal posso esperar para ver os sucessos dos games como Mega Man, Ghouls ‘n Ghosts, Devil May Cry, Onimusha, dentre vários, nos cinemas.
Já que ontem foi a noite do Oscar e “Ratatouille” ganhou o Oscar de Melhor Animação (merecidamente, pois não houve nada melhor mesmo), então resolvi brincar / apostar que o “oscar” de pior filme (Framboesa de Ouro) iria para o tosquíssimo “Putz! A coisa tá feia” (Focus Filmes)… e tá feia mesmo! As modelagens são toscas, as texturas são toscas, a iluminação é tosca, e a história tenta não ser mas na minha opinião também é tosca. Eu não via a hora da animação acabar…
E você, o que achou desse filme? Realmente merece a Framboesa de Ouro? Deixe sua opinião.
A 20th Century Fox Animation divulgou algumas imagens de Horton e o Mundo dos Quem (Horton Hears a Who), animação CG que adapta a obra de Dr. Seuss ao cinema.
Confira abaixo algumas imagens:
Jim Carrey dubla o elefante Horton e Steve Carrell empresta sua voz ao prefeito de Quem-Lândia.
A data prevista para a estréia simultâmea nos EUA e Brasil está marcada para o dia 14 de março.
Para aqueles que nunca ouviram falar, trata-se de uma série animada de humor negro, produzida pela Mondo Mini Shows. As histórias contadas são ilustradas por bichinhos dóceis, fofinhos e meigos que, no decorrer de cada episódio, sofrem trágicos acidentes ou passam por situações macabras, sempre terminando na morte de algum personagem.
O mais interessante nessas histórias é que aguçam o nosso instinto sádico, nos fazendo rir muito dos trágicos acidentes sofridos pelos pobres bichinhos fofinhos, dóceis e indefesos.
Recentemente, fuçando pela net me deparei com a notícia de um game da série produzido pela SEGA cujo nome é HAPPY TREE FRIENDS FALSE ALARM, e tem previsão de lançamento para o inverno de 2008 (nos EUA) para as seguintes plataformas:
PC;
Xbox 360;
“Sistemas de entretenimento” (onde posso dar um palpite de que o jogo seja lançado também para outras plataformas).
Neste jogo você verá pela primeira vez os famosos personagens da série animada em 3D, e poderá controlar o personagem Lumpy por nada menos que 10 novos cenários de diferentes desastres, para tentar salvar seus amigos. Além disso você poderá contar com novos vídeos criados exclusivamente para o jogo.
Na minha humilde opinião, o jogo promete ser bem divertido e contar com uma vasta gama de seqüências sádicas.
Quem quiser conhecer mais sobre as histórias, basta visitar o site oficial.
Na Wikipedia você pode obter algumas informações sobre a série, em português.
Caso queira ver todos os vídeos, basta entrar na sessão Watch Episodes do site oficial.
Os open movies, também conhecidos como filmes open-source, são filmes produzidos a partir de ferramentas abertas (de código livre) e que possuem todo o seu material produzido disponibilizado de forma aberta, ou seja, gratuita. Nestes tipos de filmes, todo o material produzido, como trechos dos filmes, modelos, texturas e animações podem ser copiados, para que a partir daí sejam criados novos filmes ou montagens de forma gratuita, desde que sejam dados os devidos créditos aos desenvolvedores do material original.
O primeiro open movie lançado foi o curta-metragem denominado “Elephants Dream” (2005 / 2006), cujo codinome era “Orange”. Seu objetivo principal era apresentar um desenvolvimento técnico e divulgação do potencial do Blender (software open-source para modelagem, animação, pós-produção e desenvolvimento de games com engine própria). Seu roteiro, apesar de não ser complexo, apresentava uma história sombria.
Mais informações sobre esse filme podem ser encontrados na Wikipedia.
Após o sucesso de repercussão desse filme, a Blender Foundation inaugurou o Instituto Blender – um setor dedicado a cuidar de projetos relacionados a open movies e games educativos open-sources produzidos a partir de sua game engine.
Com o nascimento do Instituto Blender, foi anunciada também a produção do 2º open movie, denominado como “Peach Open Movie” – codinome “Peach”.
Trazendo um tema mais engraçado e denominado “Furry and Funny” (peludo e engraçado), esse novo curta promete um aspecto semelhante aos das grandes produções da Dreamworks ou Pixar.
Com certeza esta iniciativa da Blender Foundation de investir em open movies traz vida nova ao mercado cinematográfico, incentivando novas produções e estimulando a criatividade dos artistas 3D e profissionais ligados a área, e também àqueles que sempre sonharam em entrar na área mas não tinham condições financeiras para isso.
Para quem ainda nunca ouviu falar, Horton e o Mundo dos Quem se trata da mais nova animação dos estúdios Blue Sky (os mesmos criadores de A Era do Gelo) e tem estréia prevista no Brasil para o dia 14 de Março de 2008.
A história é baseada nos contos de Theodor Seuss Geisel, mais conhecido como Dr. Seuss, uma espécie de Monteiro Lobato americano - Ninguém vendeu tantos livros infantis em língua inglesa como ele: nada menos do que 400 milhões de exemplares. Dentre as histórias de maior sucesso do Dr. Seuss no cinema estão “O Grich”(com Jim Carrey) e “O Gato” (com Mike Myers - Austin Powers).
Em “Horton e o Mundo dos Quem“, o elefante Horton (Jim Carrey) escuta os lamentos de uma pequena civilização que vive em uma partícula de pó. Enquanto a comunidade inteira acredita que ele enlouqueceu, Horton resolve ajudar as excêntricas criaturas de Quemlândia. Steve Carrell (de “O Todo Poderoso”) será a voz do prefeito do povoado que vive dentro da partícula de pó.
Ao ver o trailer é possível notar uma bela evolução visual, comparando com o último filme da Blue Sky, A Era do Gelo 2.
Curiosidade:
Como o autor desta história é o mesmo de O Grinch, é impossível não notar a semelhança entre alguns personagens, como no caso do Prefeito de Quemlândia (imagem acima), e o personagem Grinch (imagem a seguir):
Antes de começar a análise do mais novo longa de animação da Dreamworks, acho importante informar aqui a sinopse do filme:
Barry B. Benson (voz de Jerry Seinfeld) é uma abelha que acaba de se formar na faculdade, mas não se sente satisfeito em executar uma única função durante toda a sua vida, na fabricação de mel. Em uma viagem fora da colméia, ao lado das abelhas que colhem néctar, Barry tem sua vida salva pela florista nova-iorquina Vanessa (Renée Zellweger). Enquanto o relacionamento entre os dois cresce, ele descobre que seres humanos colhem e vendem mel. Por isso, decide processar toda a raça humana.
Bom, agora vamos à análise:
Como pôde ser visto na sinopse, o filme apresenta uma idéia interessante ao abordar um tema que questiona o porquê de permanecermos sempre na mesma função (para a maioria dos empregados, principalmente da carreira pública), e o porquê de não nos aventurarmos a alçar vôos maiores em nossas carreiras e em nossas vidas. No desenrolar do filme, a lição de moral vai mais além e nos mostra que na natureza uma coisa depende da outra – é a lei do equilíbrio.
Sem dúvida é uma animação divertida e descontraída, focada na “fantasia”, mas que mesmo assim peca em alguns exageros um tanto quanto absurdos. Processar a raça humana quanto ao uso indevido do mel tudo bem, até que passa, pois é “fantasia” e ponto chave para o desenvolvimento da estória, mas ter que engolir uma cena em que milhões de abelhas carregam um avião e o auxiliam no pouso é um tanto quanto forçado.
No mais, o filme vale a pena pelo recado transmitido, bela beleza visual, pela descontração proporcionada.
No quesitos referentes à animação dos personagens, à iluminação, textura e materiais aplicados, o filme não deixa nada a desejar, e nos enche os olhos da beleza dos coloridos e da força dos tons.
Eduardo Nogueira, um animador (e meu ex-professor) super-competente naquilo que se propõe a fazer, é o “pai” de Yansan, uma animação premiadíssima que conta a história de uma orixá, mostrada como uma história japonesa.
Veja abaixo alguns dos prêmios ganhos por esta animação:
- Grande Prêmio e Melhor Animação Experimental - Festival Internacional de Animação de St. Petesburg, Russia;
- Melhor Filme - Festival Internacional do Audiovisual de Atibaia;
- Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora - 13º Festival de Cinema de Vitória;
- Melhor Filme - 6º Goiânia Mostra Curtas.
A lista completa dos prêmios, bem como alguns artigos sobre o curta se encontram no site oficial.
O site Desenho Livre realizou uma entrevista bastante interessante com o Eduardo Nogueira , que você pode ler clicando aqui.
As datas de exibições já passaram, mas futuramente postarei aqui onde e quando serão exibidas novas sessões do curta.