Mensagem de Feliz Natal
Estamos no mês do natal, e nada é mais conveniente do que desejar a vocês um feliz natal.

Senador (e FDP) quer proibir games no Brasil!
Olá pessoas. Aqui é o Ricardo Rinaldi e este é mais um “meda”.
“Meda” desses políticos filhos de uma puta (sem abreviações e sem sensuras) que não tem mais nada pra fazer na vida e tentam tirar as nossas liberdades de escolha”!
O nome do #@!*%#&@ é o nada digníssimo Senador Valdir Raupp.
O infeliz acima citado quer aprovar um projeto de lei que visa “incluir, como crimes, os atos de fabricar, importar, distribuir, ter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes ou às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos”. O nada digníssimo Senador justifica ainda que “a tipificação do crime, ora proposta, resulta do desrespeito ao princípio de liberdade de crença religiosa assegurada nos incisos VI e VIII do art. 5º da Constituição Federal (CF), à inviolabilidade da honra e da imagem das pessoas e à norma que manda punir qualquer discriminação contra os direitos e liberdade fundamentais, garantidas, respectivamente, nos incisos X e XLI do mesmo art. 5º.”
Ora bolas!!! Existem aquelas pessoas que crêem que Deus, ou deuses, não existem. O “ateísmo” também é uma crença e também deve ser respeitada, além disso esta proposta imbecil, por si só, se torna também uma “tipificação do crime”, pois também “resulta do desrespeito ao princípio de liberdade de crença religiosa” também assegurada na Constituição Federal. E mais, a Constituição Federal não define que o Brasil é um país “cristão”, desta forma, tal proposta já é INCONSTITUCIONAL.
Onde já se viu, agora no Brasil as pessoas são obrigadas a “interagir” apenas com aquilo que favorece os preceitos “cristãos”??? Somos adultos e temos a liberdade de “expressão” e também de escolha daquilo que gostamos e adotamos como “entretenimento”.
Este senadorzinho #@!*%#&@, %$#&@*! e também %!#@***, se iguala àquele também nada digníssimo Juíz e #@!*%#&@ que proibiu por um tempo a entrada do game Counter Strike e mais um outro (que não me lembro o nome) no país. Ainda bem que a EA conseguiu liminar contra a decisão do nada digníssimo Juíz e derrubou a proibição do CS.
Estes fatos deprimentes vez ou outra aparecem nas principais mídias protagonizados por pessoas burras, ignorantes e antiquadas que atentam contra a nossa liberdade de expressão e com o nosso direito de ir e vir (inclui-se aí a liberdade de escolha). Porque será que ao invés desses infelizes se preocuparem com o nosso entretenimento, eles não se preocupam em acabar com a pouca vergonha que é noticiada todos os dias sobre as roubalheiras da maioria dos políticos? Porque esses infelizes não fazem propostas de leis que regulem e reformem o sistema político do país?
O texto original do Senado, e na íntegra, pode ser lido clicando aqui.
Vejam abaixo a foto do Senador “infeliz”:
Reparem na cara de “antiquado”.
Vejam agora um trecho da proposta de lei onde o Senador faz uma “análise” sobre os jogos para videogames:
“O Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Michigan divulgou, em 2005, que os videogames mudam as funções cerebrais e insensibilizam os jovens diante da vida. Os jogadores frequentes sofrem danos a longo prazo em suas funções cerebrais e em seu comportamento.”
Mais adiante ele diz:
“Embora sejam classificados pelo Ministério da Justiça, alguns jogos de videogame desprezam, notadamente, o comportamento correto das crianças, ensinando palavrões. Em outros, os “gays” são mortos e as religiões, tais como o satanismo, budismo, hinduísmo, judaísmo e o cristianismo, são ofendidas.
Sobre o cristianismo, vê-se em alguns jogos alguém bater em anjos, enquanto se escuta um coral católico. É comum um superbandido bater asas pelo inferno antes da batalha final, ou até derrotar Jesus e seus doze apóstolos, embora tenham nomes engraçados.”
Espera aí… estudos recentes, se não me engano dessa mesma faculdade conceituada, diz que os jogos mudam as funções cerebrais “para melhor”, dotando o indivíduo de maior capacidade de raciocínio lógico, além de aumentar o tempo de resposta ao analisarem situações diversas. E os jogos não “insensibilizam” os jovens… as guerras civis, a fome, a corrupção, a roubalheira dos políticos, estes sim insensibilizam os jovens, os adultos e os idosos.
E esse game que ele citou que bate em anjos ao som de coral “católico”? Também não conheço esse game… algum leitor aí conhece? Oras… anjos também podem ser do mau… afinal, Lúcifer para os católicos é um “anjo caído”. Assim, alguém (o mocinho) poderia muito bem bater em anjos “do mal”, estou errado? E os games que conheço, superbandidos não “batem asas”, ainda mais “pelo inferno”. Agora, derrotar “Jesus e seus doze apóstolos”????? UAU…. que jogo é esse???? Perguntem se é um jogo “oficial”, lançado por alguma gamehouse ou se foi feito por um “gamedesigner” ateu (que está no seu direito de crença) se utilizando de um gamemaker “pirata”?
Tá dado meu recado e desabafo. Por favor, comentem.
Gostaria de pedir ao Tiago Frossard do O GAMER e ao Rodrigo Flausino do SELECT GAME para comentarem e também divulgarem em seus blogs esta revoltante notícia.
Abaixo uma imagem para ilustrar os pobres gamers:

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