Inteligência Artificial Capaz de Aprender

Agentes de Inteligência Artificial criados por dois húngaros (Istvan Szita e Andras Lorincz) são capazes de aprender enquanto “jogam” Ms. Pacman e ainda aprimoram sua estratégia de jogo.

A programação dos agentes é baseada na teoria de aprendizagem reforçada (reinforced learning), onde em cada momento de tomada de decisão, o agente consulta uma lista de regras, cada uma com uma prioridade específica. Na medida em que o agente vai avançando nas partidas, os resultados de suas decisões são analisados e usados como base para a elaboração de uma estratégia de jogo mais aprimorada e eficiente.
Os resultados dos testes foram publicados na 30ª edição do “Journal of Artificial Inteligence Research”, e também estão disponíveis gratuitamente para download.
Fonte da matéria aqui.
Vamos ao que eu penso de tudo isso:
É o seguinte, a princípio se trata de uma notícia bastante interessante, pois a lógica pode ser usada em várias coisas para nos beneficiar, inclusive em games. Imagine só poder jogar games onde os seus inimigos aprendem a te enfrentar e desenvolvem estratégias diferentes para te vencer… o mesmo jogo nunca mais seria o mesmo toda vez que você o reiniciasse. Porém, essa nova “inteligência” pode funcionar como uma faca de dois gumes, pelo simples fato de o homem estar entrando numa área em que ainda não tem total controle, apesar de termos o poder do “on / off”. Imagine só quando a máquina aprender que o homem não é nem um pouco ético, correto e honesto, daí ela vai aprender que não deve confiar em humanos, e que deve seguir sua própria estratégia. Seria esse o começo da era “matrix”? Ou será que já estamos nela há tempos?
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São muitos os filmes que dizem sobre o problema da AI. Quando chegarmos ao patamar tecnológico em que as máquinas terão a inteligencia artificial, os homens correrão grande perigo. Os exemplos são clássicos: Matrix, Robocop, Virus, 2001 uma odisséia no espaço, 2010 (continuação de 2001), entre vários outros.
Claro que também há o lado bom na tecnologia, como no filme O Homem Bicentenário, em que o personagem robo Andrew tem um defeito de fabrica e possui sentimentos. No desenvolver do conto ele adiquire conhecimento e ca$h. Apaixonado pela “menininha” ele começa a procurar outros de sua especie e desenvolve órgãos cibernéticos que substituem corações, pulmoes, etc, acabando com o problema de doação de órgãos.
AI sempre será uma duvida para nós. Poderemos desenvolve-la e um dia acabar com nossa especie por isto? Ou desenvolve-la para tentarmos viver mais e mais? Ou pararmos no tempo com medo das consequencias?
O homem nao precisa da máquina para se auto-destruir. Particularmente, acho q devemos continuar e arcar com as consequencias, afinal espero que nossa inteligencia, aliada a inteligencia artificial seja capaz de nos salvar.