Bee Movie – Análise do Filme

Antes de começar a análise do mais novo longa de animação da Dreamworks, acho importante informar aqui a sinopse do filme:
Barry B. Benson (voz de Jerry Seinfeld) é uma abelha que acaba de se formar na faculdade, mas não se sente satisfeito em executar uma única função durante toda a sua vida, na fabricação de mel. Em uma viagem fora da colméia, ao lado das abelhas que colhem néctar, Barry tem sua vida salva pela florista nova-iorquina Vanessa (Renée Zellweger). Enquanto o relacionamento entre os dois cresce, ele descobre que seres humanos colhem e vendem mel. Por isso, decide processar toda a raça humana.
Bom, agora vamos à análise:
Como pôde ser visto na sinopse, o filme apresenta uma idéia interessante ao abordar um tema que questiona o porquê de permanecermos sempre na mesma função (para a maioria dos empregados, principalmente da carreira pública), e o porquê de não nos aventurarmos a alçar vôos maiores em nossas carreiras e em nossas vidas. No desenrolar do filme, a lição de moral vai mais além e nos mostra que na natureza uma coisa depende da outra – é a lei do equilíbrio.
Sem dúvida é uma animação divertida e descontraída, focada na “fantasia”, mas que mesmo assim peca em alguns exageros um tanto quanto absurdos. Processar a raça humana quanto ao uso indevido do mel tudo bem, até que passa, pois é “fantasia” e ponto chave para o desenvolvimento da estória, mas ter que engolir uma cena em que milhões de abelhas carregam um avião e o auxiliam no pouso é um tanto quanto forçado.
No mais, o filme vale a pena pelo recado transmitido, bela beleza visual, pela descontração proporcionada.
No quesitos referentes à animação dos personagens, à iluminação, textura e materiais aplicados, o filme não deixa nada a desejar, e nos enche os olhos da beleza dos coloridos e da força dos tons.